O Tempo (25/06/2026): Paulo Henrique Costa e suspeito de ocultar seis imóveis (quatro em São Paulo e dois em Brasília), avaliados em R$ 146,5 mi, dos quais cerca de R$ 74,6 mi já teriam sido efetivamente pagos, recebidos como vantagem do Master; ele e investigado desde a primeira fase da operação, em novembro de 2025.
Paulo Henrique Costa (16 abr. 2026): O advogado Cleber Lopes critica a prisão e afirma que o cliente não cometeu crime; em 15/10/2026 a defesa diz que ele foi presidente do banco, não dono, que decisões desse porte exigiam aprovação do conselho e que o acionista majoritário era o GDF.