Segundo o G1 (via Brasil 247), a PF aponta "severa" divergência entre mais de US$ 12 milhões enviados ao exterior e US$ 2,8 milhões registrados como entrada no Brasil (diferença de mais de US$ 9,2 milhões) e examina se a produção serviu de "narrativa de cobertura" para ocultação, simulação e desvio de recursos; a PF compara os gastos declarados pela Go Up (R$ 75,1 milhões, cerca de R$ 54 mi no exterior e R$ 20,9 mi no Brasil), contratos de câmbio e o fluxo de US$ 12,3 mi.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- out. 2026
- Fonte
- Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro — Brasil 247 (Redação Brasil 247), 17 out. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Reportagem de segunda mão (Brasil 247 sobre o G1); documento da PF não examinado. A diferença é cálculo da PF, não prova de desvio; a PF diz estar verificando se os gastos são compatíveis. Moedas distintas, sem conciliação nas fontes. O texto não menciona Michael Davis. A soma R$ 54 + 20,9 dá R$ 74,9 mi, não 75,1 (sem explicação na fonte).
- Confirmam
- PF pede mais 90 dias para investigar financiamento de Vorcaro a 'Dark Horse'
- Citados
- Polícia Federal, Go Up Entertainment LLC, Havengate Development Fund LP, Entre Investimentos e Participações
- Estado
- Revisado