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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Associação

Instituto Conhecer Brasil (ICB)

ONG da qual Karina Gama é diretora; recebeu emendas e tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo; interditada por Dino na Operação Make Up.

Documentado

Principais fatos

A Agência Pública registra que o ICB, onde Karina é diretora, tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar pontos de Wi-Fi na periferia, sob investigação do Ministério Público de São Paulo; o Metrópoles escreve que o ICB é investigado por suspeita de ter desviado dinheiro desse contrato para financiar o filme e que a Polícia Civil realizou operação em 01/06/2026 associada à representante do ICB.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)Pública, tabela "Contratos com a Prefeitura"; Metrópoles, "Contexto da investigação"#f11-icb-contrato-108
Detalhes da evidência
Fato
2024
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A Pública não informa a data nem os signatários do contrato; o Metrópoles associa a operação da Polícia Civil à representante do ICB sem detalhar o inquérito; nenhum documento da Polícia Civil ou do MP-SP foi aberto. Tema de F12 (São Paulo). Registrado só para delimitar a hipótese e evitar fusão com o dinheiro de Vorcaro.
Confirmam
Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Prefeitura de São Paulo
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.

Fonte únicaGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seção "Medidas cautelares" e "A operação"#f11-make-up-cautelares
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
Confirmam
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
Citados
Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
Estado
Revisado

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024
Fonte
Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
Citados
Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
Estado
Revisado

Operações e pagamentos

Procedimentos

Relações documentadas

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis

A Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, criada por Karina Gama em 2005, recebeu ao menos R$ 1 milhão do ICB em transferência única entre 01/12/2025 e 02/02/2026; a Go7 não aparece formalmente como produtora de Dark Horse no registro da Ancine, mas é citada no folder do filme como parte da joint venture que deu origem à Go Up.

Fonte únicaFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Empresas e pessoas" e "Contexto"#f11-go7-icb-anc

O que ainda não se sabe

  • Sede e CNPJ não verificados.

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