Outras evidências que citam esta entidade
Segundo a PF, o Iprem de Santo Antônio de Posse aplicou R$ 13 milhões em três letras financeiras, todas intermediadas pela Genial Investimentos: R$ 6 mi do Banco Daycoval em 16/10/2023 (venc. 17/10/2033), R$ 5 mi do Master em 22/04/2024 (venc. 20/04/2034) e R$ 2 mi do Master em 03/05/2024 (venc. 03/05/2034); a parcela do Master e R$ 7 mi.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 23/04/2026, a PF cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Santo Antônio de Posse e Mogi Mirim na Operação Moral Hazard, com medidas cautelares de afastamento de função pública e indisponibilidade de bens decretadas pela 9a Vara Federal de Campinas.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF aponta como investigados no caso de Santo Antônio de Posse Hortencio Lala Neto (diretor-presidente e gestor de recursos a época, proponente das APRs nas atas dos comitês), Marlene Maria Vieira Bassani (supervisora de gestão), com participação 'ativa e determinante' no processo decisório, e Maria de Lourdes Villalva, Helio Augusto Moraes e Tatiana Feliz dos Reis (membros do Comitê de Investimentos).
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em nota de 14/04/2025, a 1ª Procuradoria do MPC-SP informou representações ao TCE-SP (protocoladas em 09/04/2025) sobre letras financeiras do Banco Master em cinco institutos de previdência paulistas, com base no CADPREV: Araras (R$ 29 milhões), Cajamar (R$ 87 milhões, mais de 15% da carteira), Santa Rita d'Oeste (R$ 2 milhões), Santo Antônio de Posse (R$ 7 milhões) e São Roque (R$ 93,15 milhões, mais de 18% da carteira, em menos de seis meses), total aproximado de R$ 218 milhões.
A Polícia Federal deflagrou em 23/04/2026 a Operação Moral Hazard sobre a aplicação do Iprem de Santo Antônio de Posse em letras financeiras do Master, por alerta da Subsecretaria de Regimes Próprios de Previdência Social: foram alvos o ex-diretor-presidente, a ex-supervisora de gestão, três integrantes do comitê de investimentos e o próprio Iprem, com afastamento de funções públicas e bloqueio de bens determinados pela Justiça Federal.
Segundo relatório de setembro de 2025 citado pelo Correio Braziliense, o Iprem de Santo Antônio de Posse tinha R$ 8,2 milhões em letras financeiras do Master; a prefeitura informa que o montante investigado é de R$ 7 milhões, aplicado em 2024 em título de dez anos.
O Fator informa que a exposição do Iprem de Santo Antônio de Posse equivalia a 6,48% dos ativos, acima do limite de 1% da política de investimentos, e que o instituto disse em novembro de 2025 ter aplicado R$ 7 milhões em 2024, valor diferente do apurado pela PF (cerca de R$ 13 milhões).
O Iprem de Santo Antônio de Posse também investiu no fundo Brazilian Graveyard and Death Care Services, sem valor informado, segundo o Metrópoles (27/04/2026).
O Metrópoles (27/04/2026) diz que a Crédito e Mercado recomendou as aplicações ao Iprem de Santo Antônio de Posse, e que a PF, segundo fontes, investiga se as recomendações foram irregulares; a empresa afirma que a decisão final é exclusiva dos gestores e comitês dos RPPS e que não foi notificada pela operação.
Segundo o BNews SP (31/01/2026, informação atribuída à CNN Brasil), o Ministério Público de São Paulo abriu investigações sobre as aplicações dos institutos de Cajamar, Araras, Santo Antônio de Posse e Santa Rita d'Oeste no Master, com as representações encaminhadas ao TCE; apura se os aportes, formalmente dentro do limite de 20%, representam risco ao patrimônio previdenciário; Araras e Cajamar afirmaram estar adotando providências e garantiram os pagamentos.