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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Emendas Pix de 2024 destinadas à ANC (R$ 2,6 milhões; não repassadas, segundo a Pública)

Operação ainda não classificada

Revisado Contestado

Pagador efetivo
emendas parlamentares (autores divergem entre reportagens; ver evid:f11-emendas-pix-2-6)
Origem conhecida dos recursos
emendas parlamentares (dinheiro público)
Destinatário contratual
Academia Nacional de Cultura (ANC)
Beneficiário final
Não demonstrado
Finalidade declarada
Série "Heróis Nacionais", segundo a Pública (depende de aprovação da Secretaria de Cultura).

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
AutorizadoR$ 2,6 midesconhecido—jun. 2024Destinado por emenda em junho de 2024 ao governo paulista; a Secretaria estadual disse não ter repassado porque a ANC não entregou documentos (Pública). Não é dinheiro pago ou recebido.[evid]

Hipótese investigativa

De quem: Flávio Dino (STF), segundo Correio do Estado. Dino pediu explicações para verificar se o repasse acabou financiando o filme.

Hipótese não é fato demonstrado.

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024
Fonte
Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
Citados
Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.

Conciliação

Fluxos da frente de emendas parlamentares/ICB/Go7 (Operação Make Up e contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo). São hipótese separada do dinheiro de Vorcaro: a PF diz não haver comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora. Não somar entre si nem com as linhas do grupo conc:dark-horse.

Não somar com: Emendas de Mario Frias ao ICB (R$ 2 milhões, segundo o Estadão); ICB para Go7: ao menos R$ 1 milhão (01/12/2025 a 02/02/2026); NTT Brasil para a GoUp: R$ 750 mil; Mario Frias para a GoUp: R$ 645,4 mil (origem do dinheiro não esclarecida); Contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo para Wi-Fi (R$ 108 milhões): contexto, não pagamento ao filme

Mesmo fluxo: Emendas de Mario Frias ao ICB (R$ 2 milhões, segundo o Estadão); ICB para Go7: ao menos R$ 1 milhão (01/12/2025 a 02/02/2026); NTT Brasil para a GoUp: R$ 750 mil; Mario Frias para a GoUp: R$ 645,4 mil (origem do dinheiro não esclarecida); Contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo para Wi-Fi (R$ 108 milhões): contexto, não pagamento ao filme

Evidências

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024
Fonte
Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
Citados
Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
Estado
Revisado

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