Pular para o conteúdo
Daniel VorcaroO caso Banco Master

Pessoas

Saul Dutra Sabbá

Antigo controlador do Banco Máxima, que vendeu a participação a Vorcaro.

Documentado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

Antes de Daniel Vorcaro, o Banco Maxima era controlado por Saul Dutra Sabba. A acusacao do MPF (2021) sustenta que ele gerou ganhos ficticios entre 2014 e 2016 com valorizacoes simuladas para reduzir prejuizos no balanco. O Metropoles informa que ele foi condenado pela Justica Federal de Sao Paulo a 3 anos de reclusao por gestao fraudulenta e que, em dezembro de 2025, firmou acordo com o MPF (multa de R$ 100 mil), ainda dependente de analise judicial; o caso corre em segredo de justica.

Fonte únicaGraveFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção «Banco Máxima antes de Vorcaro»#f01-sabba-controle-anterior
Saul Dutra Sabbá (14 abr. 2026): Segundo o Let's Money (a partir do Valor), Saul Sabbá afirma ter deixado a gestão do Máxima em 2017. Não foi localizada manifestação sobre a condenação e o acordo com o MPF.
Detalhes da evidência
Fato
2014 a 2016
Fonte
Reag já fazia negócios com o Banco Máxima, transformado em Master por Vorcaro — Metrópoles (Gabriella Furquim), 19 jan. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Reportagem de coluna; sentença, acordo e processo não examinados. Não informa se há recurso nem trânsito em julgado. O período 2014-2016 é o da acusação, não um fato julgado em definitivo. Outra reportagem (Let's Money, a partir do Valor) registra que Sabbá afirma ter deixado a gestão em 2017.
Citados
Saul Dutra Sabbá, Banco Master, MPF
Estado
Revisado

Vorcaro entrou no Banco Máxima em agosto de 2017 com 20% (participação qualificada), em decisão monocrática do diretor Sidnei Corrêa Marques, e em 15/09/2017 negociou a compra das ações de Saul Sabbá (56,87%) por R$ 40 milhões; o pagamento passou a ser R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em dinheiro.

Fonte únicaFonte: Jornal de Brasília (Folhapress) · original (abre em nova aba)linha do tempo e valores da reportagem (Folhapress)#f01-entrada-vorcaro-2017
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2017
Fonte
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC — Jornal de Brasília (Folhapress) (Nathalia Garcia), 18 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A entrada de ago/2017 vem de quadro do Let's Money (a partir do Valor); o contrato de 15/09/2017 e os valores vêm da Folhapress. Documentos do BC descritos por reportagem, íntegra não examinada. As duas reportagens relatam documentos da mesma origem (extratos de votos do BC), portanto não são confirmação plenamente independente.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima
Citados
Daniel Vorcaro, Saul Dutra Sabbá, Sidnei Corrêa Marques, Banco Master, Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Fatos comprovados ou confirmados

Nenhum fato com comprovação documental ou confirmação independente registrado até agora.

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Antes de Daniel Vorcaro, o Banco Maxima era controlado por Saul Dutra Sabba. A acusacao do MPF (2021) sustenta que ele gerou ganhos ficticios entre 2014 e 2016 com valorizacoes simuladas para reduzir prejuizos no balanco. O Metropoles informa que ele foi condenado pela Justica Federal de Sao Paulo a 3 anos de reclusao por gestao fraudulenta e que, em dezembro de 2025, firmou acordo com o MPF (multa de R$ 100 mil), ainda dependente de analise judicial; o caso corre em segredo de justica.

Fonte únicaGraveFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção «Banco Máxima antes de Vorcaro»#f01-sabba-controle-anterior
Saul Dutra Sabbá (14 abr. 2026): Segundo o Let's Money (a partir do Valor), Saul Sabbá afirma ter deixado a gestão do Máxima em 2017. Não foi localizada manifestação sobre a condenação e o acordo com o MPF.
Detalhes da evidência
Fato
2014 a 2016
Fonte
Reag já fazia negócios com o Banco Máxima, transformado em Master por Vorcaro — Metrópoles (Gabriella Furquim), 19 jan. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Reportagem de coluna; sentença, acordo e processo não examinados. Não informa se há recurso nem trânsito em julgado. O período 2014-2016 é o da acusação, não um fato julgado em definitivo. Outra reportagem (Let's Money, a partir do Valor) registra que Sabbá afirma ter deixado a gestão em 2017.
Citados
Saul Dutra Sabbá, Banco Master, MPF
Estado
Revisado

Vorcaro entrou no Banco Máxima em agosto de 2017 com 20% (participação qualificada), em decisão monocrática do diretor Sidnei Corrêa Marques, e em 15/09/2017 negociou a compra das ações de Saul Sabbá (56,87%) por R$ 40 milhões; o pagamento passou a ser R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em dinheiro.

Fonte únicaFonte: Jornal de Brasília (Folhapress) · original (abre em nova aba)linha do tempo e valores da reportagem (Folhapress)#f01-entrada-vorcaro-2017
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2017
Fonte
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC — Jornal de Brasília (Folhapress) (Nathalia Garcia), 18 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A entrada de ago/2017 vem de quadro do Let's Money (a partir do Valor); o contrato de 15/09/2017 e os valores vêm da Folhapress. Documentos do BC descritos por reportagem, íntegra não examinada. As duas reportagens relatam documentos da mesma origem (extratos de votos do BC), portanto não são confirmação plenamente independente.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima
Citados
Daniel Vorcaro, Saul Dutra Sabbá, Sidnei Corrêa Marques, Banco Master, Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Resposta

14 abr. 2026 · Segundo o Let's Money (a partir do Valor), Saul Sabbá afirma ter deixado a gestão do Máxima em 2017. Não foi localizada manifestação sobre a condenação e o acordo com o MPF. [fonte]

O que ainda não se sabe

  • Datas e termos da condenação e do acordo com o MPF não examinados em documento.
  • Resposta recente da defesa não localizada.