Segundo o Metrópoles, o contrato foi assinado entre a AMF1 e a Máxima Patrimonial (empresa do conglomerado do Master) e fixava pagamento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 26 milhões), descrito como financiamento de XP e outras empresas brasileiras, incluindo o Master, à evolução de Felipe Drugovich rumo a uma vaga na F1, com a marca do Master no carro, nos macacões e em outros espaços.
Fórmula 1: Master e XP investiram R$ 26 milhões em piloto que nunca correu
Metrópoles · Gabriella Furquim · 26 mar. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://www.metropoles.com/colunas/dinheiro-e-negocios/formula-1-master-e-xp-investiram-r-26-milhoes-em-piloto-que-nunca-correu
- Notas
- Descreve contrato da AMF1 com a Máxima Patrimonial. O contrato não foi examinado. O texto diz que o acordo foi anunciado em 2023 e cita um memorando de 23/8/2022: divergência de data.
O que este documento sustenta no acervo
XP Investimentos (26 mar. 2026): A XP afirmou que o contrato foi patrocínio institucional com exposição global de marca e que optou por não renovar ao fim do prazo.
Segundo o Metrópoles, ação civil pública da Abradecont na 6ª Vara Empresarial do Rio busca responsabilizar corretoras por publicidade enganosa na venda de CDBs do Master como seguros e garantidos pelo FGC; a única corretora nomeada na matéria é a XP.
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