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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Empresa

XP Investimentos

Documentado

Principais fatos

Segundo o Times Brasil, a XP vendeu R$ 26 bilhões em CDBs do Master e o BTG Pactual R$ 6,7 bilhões (16% da captação com garantia do FGC), somando R$ 32,7 bilhões dos R$ 40,6 bilhões acionados no FGC; as comissões podiam chegar a 4% por título, contra média de 0,5% ao ano para assessores. O BTG disse ter identificado dificuldades na análise do balanço do Master no início de 2024 e fixou a interrupção da distribuição em outubro de 2024 (divergência com dezembro de 2024 apontada pela reportagem).

Fonte únicaFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seções «Distribuição de CDBs do Master», «Taxas e comissões» e «Alertas internos»#f01-plataformas-distribuicao
BTG Pactual (9 fev. 2026): O CEO do BTG, Roberto Sallouti, disse em teleconferência de resultados que o banco identificou dificuldades na análise do balanço do Master no início de 2024 e fixou em outubro de 2024 a interrupção da distribuição; o diretor financeiro Renato Cohn admitiu «exagero» na avaliação inicial. Sobre a ação civil pública, o BTG não comentou.
Detalhes da evidência
Fato
2024 a 2025
Fonte
BTG vendeu R$ 6,7 bi em CDBs do Master, sumiu no escândalo e agora caso está na Justiça — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 12 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valores de distribuição acumulados, sem recorte por data; a reportagem não informa a fonte dos números de cada plataforma. Os R$ 40,6 bilhões são o valor total da garantia a pagar (FGC), não o total distribuído. Posição do BTG baseada em teleconferência de 09/02/2026.
Citados
XP Investimentos, BTG Pactual, Banco Master, FGC
Estado
Documentado

O Instituto Abradecont moveu ação civil pública contra plataformas (XP e BTG) sobre a distribuição de CDBs do Master, encaminhada pela 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro ao Ministério Público do RJ, pedindo caução de 65% para a XP e 25% para o BTG, dano moral coletivo de R$ 100 milhões e restituição dos prejuízos não cobertos pelo FGC.

AlegadoFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seção «Processos e datas»#f01-acp-abradecont
Detalhes da evidência
Fato
2026
Fonte
BTG vendeu R$ 6,7 bi em CDBs do Master, sumiu no escândalo e agora caso está na Justiça — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 12 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação de associação autora; sem decisão de mérito noticiada. O BTG não comentou. Número do processo não informado. A posição da XP não consta na reportagem lida.
Citados
XP Investimentos, BTG Pactual
Estado
Documentado

Segundo o Metrópoles, o contrato foi assinado entre a AMF1 e a Máxima Patrimonial (empresa do conglomerado do Master) e fixava pagamento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 26 milhões), descrito como financiamento de XP e outras empresas brasileiras, incluindo o Master, à evolução de Felipe Drugovich rumo a uma vaga na F1, com a marca do Master no carro, nos macacões e em outros espaços.

Fonte únicaFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção 'The deal' / o contrato#f07-drugovich-contrato-us5mi
XP Investimentos (26 mar. 2026): A XP afirmou que o contrato foi patrocínio institucional com exposição global de marca e que optou por não renovar ao fim do prazo.
Detalhes da evidência
Fato
ago. 2022 a 2023
Fonte
Fórmula 1: Master e XP investiram R$ 26 milhões em piloto que nunca correu — Metrópoles (Gabriella Furquim), 26 mar. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Contrato não examinado. US$ 5 milhões é valor CONTRATADO; pagamento efetivo e divisão entre XP e Master não informados. O título diz 'Master e XP investiram R$ 26 milhões' mas o corpo atribui o US$ 5 milhões ao contrato com a Máxima, sem repartir. Datas: o texto fala em anúncio em 2023 e em memorando juridicamente vinculativo de 23/8/2022 entre a AMF1 e a XP. A XP diz que o contrato limitou-se a patrocínio institucional e que decidiu não renovar ao fim do prazo. Drugovich nunca correu oficialmente na F1 (fato esportivo, não indício de irregularidade).
Citados
Máxima Patrimonial Ltda., Aston Martin Aramco Formula One Team (AMF1), Banco Master, XP Investimentos, Felipe Drugovich
Estado
Revisado

Segundo o Metrópoles, ação civil pública da Abradecont na 6ª Vara Empresarial do Rio busca responsabilizar corretoras por publicidade enganosa na venda de CDBs do Master como seguros e garantidos pelo FGC; a única corretora nomeada na matéria é a XP.

Fonte únicaFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção 'XP and Banco Master CDBs'#f07-abradecont-acao-distribuidores
Detalhes da evidência
Fato
nov. 2025
Fonte
Fórmula 1: Master e XP investiram R$ 26 milhões em piloto que nunca correu — Metrópoles (Gabriella Furquim), 26 mar. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O alvo são os DISTRIBUIDORES, não a publicidade do Master. A fonte lida só cita XP e descreve a ação; a lista completa de réus e a decisão não foram lidas. A data é aproximada (após a liquidação). Nenhuma decisão do Conar sobre o Master foi encontrada.
Citados
Abradecont, XP Investimentos, Banco Master, FGC
Estado
Revisado

Relações documentadas

  • Intermediação Banco Master — Distribuição de CDBs do Master a clientes (R$ 26 bilhões, segundo o Times Brasil). (2024 a 2025) [evid]

Outras evidências que citam esta entidade

Em 5/5/2023 a equipe Aston Martin Aramco de F1 anunciou o Banco Master como parceiro bancário oficial no Brasil, com a marca nas placas da asa traseira do AMR23 no GP de Miami; a diretora de comunicação e marketing do Master, Ana Matos, afirmou ser uma honra somar-se ao investimento da XP na equipe e o piloto Felipe Drugovich integrava o programa de desenvolvimento.

O que ainda não se sabe

  • Resposta da XP à ação civil pública e à distribuição dos CDBs não localizada.
  • Papel como distribuidora de CDBs do Master é tema de outra frente.

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